Calçado de segurança

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COMPREENDA A IMPORTÂNCIA DO CALÇADO DE SEGURANÇA PARA O TRABALHADOR

O calçado de segurança é um equipamento de proteção individual (EPI). Esse tipo de equipamento é obrigatório nos ambientes de trabalho que possam fornecer algum tipo de risco para o profissional que ali exerce suas funções.

A principal função do calçado de segurança é proteger os pés dos trabalhadores de possíveis perigos externos como, por exemplo, chão escorregadio, pregos e outros objetos cortantes e itens como objetos e peças que possam cair em cima do membro. O uso deste equipamento é obrigatório sempre que o indivíduo estiver presente no local de trabalho.

Os locais onde o calçado de segurança e outros equipamentos de proteção individual costumam ser utilizados são fábricas em geral, cozinhas industriais, montadoras, indústrias que possuam processos químicos, metalúrgicas e áreas do ramo da construção civil. Estes e outros locais de trabalho costumam apresentar riscos de acidentes e lesões para os pés de seus funcionários.

Em um local de obras, por exemplo, alguns dos riscos existentes que podem afetar os membros inferiores do trabalhador são: choques elétricos, ataque de animais como aranhas, escorpiões e cobras, torções, perfurações, variações bruscas de temperatura, agentes químicos, entre outros.

CLASSIFICAÇÃO DOS RISCOS

O Ministério do Trabalho classifica os riscos da seguinte forma:

Riscos de acidentes: ligados à tomadas e fiações expostas ou com mau contato, bem como a iluminação incorreta e o uso de determinados utensílios de forma improvisada.

Riscos ergonômicos: refere-se às jornadas de trabalho mais longas e que, por isso, podem causar situações indesejadas como estresse físico. Um exemplo deste tipo de risco é possuir postura inadequada causada pelo tipo de atividade que exerce.

Riscos químicos: é dever da empresa analisar todo e qualquer tipo de possibilidades de existência de produtos tóxicos que possam prejudicam a saúde dos seus funcionários. Os riscos químicos incluem gases, poeira e vapores.

Riscos biológicos: refere-se à contaminações com bactérias, microorganismos, vírus e fungos. É necessário que a empresa esteja atenta à este tipo de contaminações, pois elas podem afetar de forma muito negativa a saúde dos funcionários.

Riscos físicos: estes se referem à riscos como alterações de temperaturas como frio e calor intenso, umidade, radiações e ruídos. É importante que a empresa informe seus funcionários sobre a existência desses contextos, pois, assim, as medidas de segurança podem ser realizadas com mais eficiência e consciência.

O QUE SÃO OS EPIS?

Os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) são todos aqueles destinados à proteger riscos que ameacem a saúde e a segurança dos funcionários. Todos os estabelecimentos que possuem trabalhadores devem tomar diversas medidas a fim de eliminar todos ou a maioria dos riscos que as atividades ali exercidas possam oferecer aos seus funcionários.

Essas medidas são denominadas medidas de proteção coletiva e dentro delas estão os equipamentos de proteção coletiva, conhecidos também como EPC, os quais possuem objetivo principal a proteção dos trabalhadores. Alguns exemplos de EPC são: a ventilação existente nos ambientes, sinalização de segurança, proteção de determinadas partes de máquinas e equipamentos, entre outras.

Geralmente, os equipamentos de proteção coletiva costumam ser mais utilizados. No entanto, quando essas medidas não são suficientes para garantir a segurança dos trabalhadores, se faz existente a necessidade de utilizar os EPIs.

É de obrigação da empresa fornecer à seus funcionários, gratuitamente, os EPIs necessários em bom estado de conservação e funcionamento. Existe uma norma que regulamente essa obrigatoriedade, denominada Norma Regulamentadora 6.

Além do calçado de segurança, outros equipamentos de proteção individual existentes são os fones abafadores de ruídos, protetores auriculares, óculos, viseiras, máscaras e filtros respiratórios, luvas, capacetes, cintos de segurança e cinturões.

OBRIGAÇÕES DO EMPREGADOR E TRABALHADOR

A Norma Regulamentadora 6, que aborda sobre a obrigatoriedade da empresa em distribuir os equipamentos aos seus funcionários, regulamenta outras obrigatoriedades referentes ao empregador como, por exemplo, exigir que seus funcionários os utilizem; orientar e treinar os trabalhadores sobre o uso e conservação adequada dos materiais; a importância de solicitar substituição quando o EPI for danificado ou extraviado; responsabilizar-se em realizar a manutenção e limpeza frequente dos equipamentos.

Em relação às obrigações do trabalhador, estão a responsabilidade em conservar e guardar o material; utilizar o equipamento apenas para as atividades em que é destinado e comunicar seus superiores caso ocorra qualquer tipo de problema com o material e que, por algum motivo, faça com que ele se torne impróprio ao uso.

O EPI não pode e nem deve ser utilizado fora do local de trabalho, mas, sim, sempre que o funcionário está no ambiente de serviço. Esta orientação, bem como as outras já citadas, está presente na Norma Regulamentadora 6.

TIPOS DE CALÇADOS DE SEGURANÇA

Tipos de Calçados de Segurança

Para cada tipo de serviço e cada risco existente nele, existe um tipo de calçado. Os calçados de segurança podem ser os seguintes:

Botas de segurança

A bota de segurança é um equipamento de proteção individual que protege os pés dos funcionários contra adversidades como umidade, componentes químicos, impactos diversos e variações térmicas.

Para fabricar este equipamento, é preciso que o material seja de extrema resistência, pois o calçado de segurança deve proteger a maioria de problemas possíveis que possam vir a acontecer. Geralmente possui cano médio, mais curto do que a bota de PVC, e pode apresentar cadarço ou elástico.

A anatomia desse tipo de calçado de segurança é toda pensada, de forma que proteja todo as partes do membro do trabalhador. Ela é formada por cabedal, biqueira e solado. O cabedal é a parte que "abraça" o pé e, portanto, a mais visível do calçado de segurança. Se o modelo possuir cadarço, é aí ele que ele estará. Esta parte da botina protege contra: umidade, queda de líquidos quentes e produtos químicos, choques elétricos.

A biqueira está na parte frontal do calçado de segurança e geralmente é constituída por materiais que oferecem alta proteção, como o aço, por exemplo. Esta parte da bota protege contra a queda de itens cortantes e pesados, pisões e possíveis trombadas com objetos e estruturas.

Já o solado da bota de segurança é a parte que fica em contato com o solo. Ela pode ser formada por PU, sigla para poliuretano ou de PVC (policloreto de vinila). O solado protege contra choques elétricos, pisadas em itens cortantes ou perfurantes e escorregões.

Entre os locais em que a utilização da bota de segurança estão portos e navios, mineradoras, equipes de bombeiros, fábricas em geral, construções civis e eletricistas.

Para que realmente seja segura, a bota de segurança deve ter certificado de aprovação com emissão do Ministério do Trabalho. Esse documento é conhecido como CA e atesta que o material é de qualidade.

Quando o equipamento possi CA existe a garantia, tanto para o trabalhador quanto para o empregador, que o calçado de segurança fora fabricado de acordo com os critérios exigidos. Além disso, o certificado de aprovação também atesta que o material passou por testes rigorosos e, portanto, está devidamente apto para oferecer proteção para o funcionário.

Sapato de segurança

Apesar de ser parecido com a bota de segurança, o sapato possui estética um tanto quanto diferente. É composto de couro, e geralmente possui elástico frontal ou cadarço. Assim como a bota, ele protege contra mudanças térmicas, umidade, produtos químicos e impactos diversos.

Os sapatos de couro, assim como as botas de couro, não devem ser lavados com água corrente, pois isso pode ressecar o material. O ideal é que a limpeza desses calçados de segurança seja realizada com a ajuda de um pano úmido.

Bota de PVC

A bota de PVC, também conhecida como bota de borracha, é um calçado de segurança indicado para proteger os pés e mantê-los secos em lugares com umidade e lama, por exemplo, pois é impermeável. Costuma ser utilizada em ambientes de trabalho que não oferecem tantos riscos ao trabalhador, ou seja, que possua riscos mais leves.

O fato de manter os pés dos funcionários secos é de extrema importância, pois realizar atividades durante todo o dia de serviço com os pés molhados ou encharcados não é nada confortável e pode, ainda, ser prejudicial para a saúde do membro e também do corpo.

A bota de PVC costuma possuir cano longo a fim de proteger, também, parte da perna, mas também podem ser encontradas na versão com cano mais baixo. Ela é constituída de policloreto de vinila, material que possui características como alta durabilidade e resistência.

Além de proteger de locais úmidos ou com lama, também protege o trabalhador contra produtos contaminantes, corrosivos e itens cortantes. Como seu solado é emborrachado, o equipamento de proteção também protege o indivíduo no caso de lugares com a superfície escorregadia, promovendo proteção contra quedas e, portanto, lesões indesejadas.

A bota de borracha costuma ser utilizada em ambientes como hospitais, frigoríficos, cozinhas industriais, indústrias de alimentos e químicas, entre outros.

Realizar a higienização dos equipamentos de proteção individual é muito importante e, mais especificamente no caso das botas, realizar a limpeza rotineira colabora para que fungos e bactérias não se proliferem. Além disso, também colabora em não deixar acumular umidade no calçado, pois isso pode fazer com que odores indesejados sejam desenvolvidos.

A falta de limpeza da bota pode ocasionar em infecções e micoses nos pés dos trabalhadores. Para evitar essas e outras adversidades, indica-se que o funcionário utilize a bota de PVC com meias de algodão pois elas absorvem a transpiração dos pés. Além disso, o ideal seria que cada trabalhador possua dois pares de botas para utilizar pois, dessa forma, ele consegue alternar o uso, deixando um par sendo ventilado após utilizá-lo durante todo o dia.

A limpeza da bota de PVC, devido o material que a constitui, é extremamente simples, pois podem ser lavadas com água corrente. O essencial, após a lavagem, é que o equipamento seja colocado para secar e, somente depois de estar completamente seco, volte a ser utilizado.

DICAS DE CUIDADOS

Os equipamentos de proteção individual, em especial os calçados de segurança, são utilizados em diversas áreas. A empresa tem a obrigação de fornecê-los à seus funcionários, mas são os próprios trabalhadores que devem responsabilizar-se em zelar pela conservação dos mesmos.

Para manter o seu calçado de segurança em bom estado e, dessa forma, utilizá-lo por mais tempo e garantir a proteção de seus membros inferiores, algumas atitudes podem ser realizadas para conservá-lo:

Limpe e seque regularmente

Manter o calçado de segurança devidamente limpo demonstra profissionalismo e higiene pessoal. Além disso, a limpeza também promove mais conservação da bota ou sapato. É importante atentar-se sobre o material que constitui o calçado, pois cada tipo deve ser higienizado de forma diferente.

No caso do couro, por exemplo, não é necessário lavá-lo, pois tal feito resseca o material e também faz com que ele adquira cheiro indesejado. Além disso, o material úmido também facilita que microorganismos como fungos se proliferem. Para limpar o calçado de couro, basta um pano limpo e úmido.

A limpeza deve ser realizada pelo menos uma vez por semana. Caso esteja com o interior úmido devido o calor ou outro fator, é importante evitar seu uso e deixá-lo secando. É indicado, ainda, colocar talco dentro do calçado de segurança para agilizar o processo de secagem.

Deve-se, também, estar atento à limpeza da palmilha, que deve sempre estar limpa e seca. Outros cuidados acerca dos calçados de couro estão a utilização de graxas e ceras para a manutenção e bom visual dos mesmos.

Intercale o uso

A utilização diária do calçado de segurança, se for possível, deve ser evitada, tanto em relação à saúde do trabalhador quanto à vida útil do equipamento.

O ideal é intercalar o uso de pelo menos dois pares de sapato para que seja evitado o surgimento de microorganismos e mau odor. Se não for possível utilizar dois pares, uma alternativa eficaz é possuir duas palmilhas para poder usar de forma intercalada.

Como a maioria dos calçados de segurança possuem forro interno, o suor costuma ser absorvido. Para que isso seja realizado de forma mais eficiente, o uso de meias de algodão é muito indicado, pois elas diminuem a acumulação de suor e também o mau cheiro.

Armazenamento

O ideal é armazenar o calçado de segurança em locais arejados, longe de umidade e de calor. Fazer isso colabora para que o equipamento dure mais tempo e seja possível trabalhar com mais segurança.


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